sexta-feira, 8 de março de 2013

Jogo Não é Cultura?

Pessoal, minha dissertação de mestrado é sobre o a Semiótica dos Jogos Digitais, afinal de conta, os jogos digitais hoje são mídias extraordinárias que nós remete a imersão de horas em suas narrativas. É também evidente que nossas imersões as vezes não se dá pela narrativa, podemos então estudar suas características que proporcionam, ficamos horas dentro daquela distração.


Um dos autores que estou citando em meu trabalho é o Huizinga que no seu livro Homo Ludens procura apresentar sua perspectiva de forma clara sobre o fato de que o jogo é um forte elemento da cultura e não apenas um elemento que está na cultura.

Para o autor, o princípio seria, portanto, o jogo como fenômeno da cultura ser tão importante e até fundamental para a evolução e desenvolvimento tecnológico de uma civilização.

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